Sob o brio da simplicidade

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Dianópolis completou 133 anos.

Sem diásporas seguem o seu povo cheio de diferenças rumo ao mesmo sonho; ver grande a terra das dianas.

Grupos políticos não são maiores que o desejo de um povo que vive no cotidiano da simplicidade, lidam com dificuldades, com a seca, com a saúde problemática, com as oportunidades escassas e promessas de um novo tempo formulado naquela que é a última que morre, a esperança.

Dianópolis não é mais uma terra de poderosos, é uma cidade de todos que sonham e lutam para mostrar o valor de sua lida.

Terra de intelectuais, de escritores, doutores, de gente perspicaz. De uma juventude corajosa, sofrida e ideológica. Aliás, essa juventude autoproclamou Dianópolis nas redes sociais como “capital do mundo”, sem risos, poderia ser, ou está no caminho. Essa juventude precisa entender que os espaços de poder chegarão para eles e os erros de hoje precisam ser maturados para não serem repetidos. Se o Brasil já foi rotulado de terra do futuro, Dianópolis e sua gente atuam de forma a transformar o presente. Grupos de whatsapp questionam, a modernidade tecnológica aproximou a interação popular nas ações dos poderes públicos, mas nada substitui o “corpo presente” nas sessões da câmara ou em audiências públicas, que ainda são debilitadas de presença popular.

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Dianópolis, seus políticos e seu povo sabem que uma das regras da convivência civilizada reside na capacidade do ser humano ser sincero, franco e cordial. Temporada de campanha política aqui pega fogo, amigos brigam, se bloqueiam nas redes sociais, trocam farpas, ironizam a ideia do outro, mas, todos sabem que o tempo cumpre seu papel, ao passo que os encontros no bar do Chicão ou no Bar dos Advogados ou em qualquer outro lugar revelam a melhor qualidade daqueles que escolheram essa cidade para viver e ser feliz. Diplomacia é um padrão comum a todos. A amizade impera, afinal, ser feliz é melhor do que ter razão.

É claro que Dianópolis tem grandes desafios, sua expansão vive as mesmas complexidades destes tempos de extremos onde ser normal nesse mundo caduco é igualmente desafiador como em qualquer parte do mundo.

Padre Gleibson, José Salomão, Maguinha, Hercy Filho, Franklin Antunes, Bem Bem, Manin do Zorra, Djalma Parente, Júnior do Alface, Clair da Bel Pão, Dona Maria do Bela Vista, Guilherme Quidute, Seu Zé do Nova Cidade, o Menon do Santa Luzia, o empresário Herman, Júnior Trindade, Tuca do Ferro velho, o presidente Julian Oliveira entre tantos outros conhecidos ou não, populares ou não, empresários ou não, todos estes e mais tantos outros que não caberiam neste artigo, lutam por Dianópolis. Você tem dúvidas?

Ah! Mas cada um com suas estratégias, interesses e projeções, Ponto! Mas é claro, isso é vida humana, errante, mas humana. Mas que doam suas vidas por Dianópolis, cada um ao seu modo, isso é inegável.

Você que é de Dianópolis e leu este artigo até aqui, parabéns, você faz toda a diferença nesta cidade, tentei fugir dos jargões ou patoá da emoção, mas, o ouro desta terra se revela na tradição de suas atitudes, nas bandeiras de sua vida honesta, mesmo que um filho teu se perca pelas sendas do caminho, não se esquecerá que Dianópolis é ninho de verdade, luta e nascente das oportunidades capazes de fazer com que o Tocantins aprenda com sua riqueza e diversidade ser mais maduro, respeitoso e obtenha a coragem de realizar as transformações necessárias para cumprir o seu destino de ser a epopéia que o Brasil precisa para ser grande!