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O Conselho da Comunidade de Almas (CCA), que atua como parceiro mais importante junto à Comarca do município, comemora quatros anos de implantação. Ao promover ações de cidadania e justiça, o Conselho já ajudou a mudar a vida de 70 pessoas, incluindo 19 adolescentes que estavam em situação de vulnerabilidade social.

A nova diretoria assumiu as atividades administrativas do CCA nesta quinta-feira (25/07). A posse marca uma nova fase, marcada pelo registro de seus atos constitutivos no Ofício de Pessoas Jurídicas competente, que vem sendo um parceiro formidável em relação aos serviços do Judiciário local e com funcionamento vinculado à Diretoria do Foro.

O CCA tem a missão de auxiliar o Judiciário nas execuções penais e na reintegração social dos egressos. Por meio dele, a comunidade assume o papel de fiscalizar o cumprimento da pena, humanizar o processo carcerário, levantar demandas e propor ações para viabilizar a resolução de problemas detectados.

Atuam diretamente nessas ações a Casa de Prisão Provisória e a Fazenda da Esperança de Dianópolis. Além disso, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), a Polícia Militar que atua em Almas e escolas da região somam-se aos parceiros promovedores de mudança.

Conforme entendimento do juiz titular da comarca, João Alberto Mendes Bezerra Júnior, além de cumprir com suas relevantes funções, o CCA tem feito um trabalho não só de ressocialização, mas de prevenção, orientando crianças e adolescentes a trilharem o caminho do bem, dos estudos. E visa ainda à formação de um bom cidadão com desempenho profissional no futuro.

“É como se tem visto em suas palestras sazonais pelas escolas estaduais e municipais dos dois distritos que compõem a comarca – Almas e Porto Alegre do Tocantins. O elo entre a comunidade e o poder público criou uma interface, ou melhor, organismos que compõem uma rede de proteção social”, afirma.

O magistrado também defende que as parcerias existentes entre o Poder Judiciário e a população, voltadas para a infância e juventude de pessoas em conflito com a lei, colaboram para a construção de menores taxas de reincidência. “Parabéns a todas as mulheres e homens de valor que têm vestido essa camisa em prol, em última instância, de um futuro melhor para toda a sociedade.”

Texto: Natália Rezende/ Fotos: Divulgação/Comunicação TJTO