Osmar Cintra, ex-prefeito Almas é condenado por peculato e tem pena substituída por prestação de serviços e multa de apenas 3 salários mínimos

A família Cintra de Almas no Sudeste do Tocantins coleciona diversas condenações na justiça. Ao pesquisar no Google pelos nomes de pai e filho que já foram prefeitos na cidade, não são poucas as páginas que aparecem dando notícias do histórico político/familiar em práticas ilícitas.

Osmar Lima Cintra, conhecido cacique político da região Sudeste do Tocantins que já foi prefeito de Almas por dois mandatos, entre os anos de 1997 e 2004, foi condenado em decisão do último dia 13 de abril, assinada pelo juiz Dr. Valdemir Braga de Aquino Mendonça, a cumprir pena pelo crime de peculato.

Na decisão, a pena privativa de liberdade, que é quando o réu é preso, foi convertida a multa de apenas 03 salários mínimos (pouco mais de R$ 3.100) além de prestação de serviços à comunidade que deverá ser cumprido na cidade de Porto Alegre do Tocantins.

A prestação de serviços à comunidade de Porto Alegre do Tocantins deverá ser cumprida pelo réu, ex-prefeito de Almas, pelo período de 730 horas em atividade vinculada pela prefeitura daquele município. Na pena, foi observado que o réu, Osmar Cintra, tendo 64 anos, faz parte do grupo de risco para contaminação pelo coronavírus, devendo o município onde o apenado cumprirá a decisão, ser cientificado quanto as condições sem prejuízo da jornada de trabalho que deverá cumprir.

Veja a íntegra da decisão:

 

O filho de Osmar Cintra, que também já foi prefeito de Almas e também condenado pela justiça por improbidade, lançou o pai como candidato a prefeito nas eleições deste ano, como pode ser conferido em matéria publicada em um portal de notícias AQUI.

Ex-secretário de meio ambiente do Tocantins Leonardo Sette Cintra foi condenado por atos de improbidade administrativa durante o mandato dele como prefeito de Almas. Neste processo, a prestação de contas que Cintra apresentou para o ano de 2011 tinha irregularidades que foram apontadas pelo Ministério Público Estadual. O prejuízo pode ser superior a R$ 228 mil.

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Redação/TOA