Vaguinho é derrotado pela segunda vez na justiça; Candidato a reeleição em Almas tentou amordaçar a imprensa

Pela segunda vez consecutiva Wagner Nepomuceno Carvalho, o Vaguinho, candidato a reeleição para a prefeitura de Almas, sudeste do Tocantins, foi derrotado na justiça.

O primeiro processo que perdeu foi na tentativa de permanecer sozinho na disputa destas eleições, Vaguinho quis impugnar sua adversária com informações falsas, quando nos seus motivos afirmou que a candidata do PSDB não possuía residência em Almas. Fato que foi rechaçado em decisão judicial.

A segunda derrota de Wagner Nepomuceno veio através de uma torpe tentativa de calar a imprensa. Sua coligação queria retirar do ar, matéria veiculada neste portal de notícias que informava sobre a reprovação de suas contas no Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

Pessoas ligadas a Vaguinho, quando da publicação dessa matéria, chagaram a ameaçar eleitores em grupos de WhatsApp com pressão psicológica àqueles que compartilhavam a publicação, pessoas ligadas ao MDB de Almas, diziam em grupos, que os cidadãos-eleitores poderiam ser presos ou pagar indenização a Vaguinho se compartilhassem nossa matéria. O que claramente não era e não é verdade, a campanha de Vaguinho fez de tudo para esconder uma verdade básica, a reprovação de contas em um dos anos de sua gestão. Sua equipe reprimiu informação, difundiu mentira, pressão psicológica e ameaças.

Saberá Vaguinho, que vive em uma democracia?

Em decisão que pode ser conferida AQUI, o promotor eleitoral afirmou o seguinte, ao jogar uma pá de cal na sórdida tentativa da campanha de Vaguinho cercear a liberdade de imprensa e de expressão;

“Ora, o conteúdo noticiado refere-se a fatos verídicos, pois consoante documentação juntada aos autos de registro de candidatura do segundo representante, na petição de impugnação formulada pela primeira representada, é nítido que houve a condenação do candidato representante por irregularidades em relação ao exercício de 2017 pelo Tribunal de Contas do Estado. Não há dúvidas sobre isso!

E prossegue: “Assim, o conteúdo principal da informação jornalística é verdadeiro. O segundo ponto refere-se à menção da candidatura sub judice. Ora, de forma genérica e leiga, qualquer situação posta em juízo é considerada sub judice, não podendo se considerar um desvirtuamento da matéria jornalística informar a impugnação da candidatura (…)”.

Quando um político tenta calar a imprensa ou qualquer cidadão, é preciso ter cautela, há aí algo de muito mais profundo que precisa ser observado. Em Almas nós ficaremos de olho, é exatamente por isso que Vaguinho vai colecionando derrotas nos seus movimentos políticos aloprados.

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Kim Nunes – Redator Chefe