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Está no diário oficial do município a exoneração de nove pessoas que estavam ocupando cargos de confiança na prefeitura de Dianópolis.

A publicação desta quarta-feira, 2, traz a demissão da chefe de gabinete do prefeito Maryellen de Almeida, da secretária de administração Renata Martins, do secretário de meio ambiente, turismo e cultura Fernando Oliveira Salvalaggio, do secretário de esportes Silvio de Souza Carvalho, e dos diretores do departamento de turismo, de obras e gestão de finanças, Juliana, Adonias e Muriel que respectivamente eram responsáveis.

As exonerações acontecem após o prefeito, padre Gleibson Moreira receber na prefeitura o ex-prefeito de Palmas e candidato ao governo do Tocantins, Carlos Amastha (PSB). O candidato fez questão de visitar Gleibson e sua equipe in loco na tentativa de compartilhar a sua experiência com altos índices de aprovação em Palmas. Houve inclusive, segundo fontes da prefeitura, a cogitação de que parte da equipe de Amastha seria nomeada em Dianópolis, na tentativa de fazer a gestão decolar.

Contudo o que se viu dias após, com a realização da convenção do PSB e escolha de um petista na vice foi um prefeito inflado de revolta. Sabe-se por toda Dianópolis como o prefeito se comporta quando é contrariado, a vaidade no poder e seu orgulho ainda se sobressaem quando ter a cabeça fria para realizar articulações é necessário.

Gleibson se desligou do partido que o elegeu, não se sabe se ele ainda conseguiu manter algum tipo de relação com Amastha. O ex-prefeito de Palmas sempre revelou ter um carinho por Gleibson e por Dianópolis, o que ele viu quando esteve em Dianópolis, pode não ter agradado.

Os postos vazios no primeiro escalão estão visados. Pessoas que aderiram à base do prefeito, e, politicamente se posicionam em cima do muro, estão felizes com as exonerações e com muita sede para indicar os novos ocupantes.

Nada de novo até aqui. Gleibson exonerou um de seus melhores secretários, o Sr, Silvio (conhecido como Seu 100) tinha um bom relacionamento com todos independentemente de cor partidária. Realizou um brilhante trabalho, talvez tenha brilhado de mais na gestão e foi cortado.

“Com esse tanto de exoneração, só faltou ele (Gleibson) renunciar”. Ironizavam moradores em grupos de política no whatsapp.

Todos hoje se perguntam onde é que foi parar aquele caminhão da mudança…