Em entrevista no UOL, Eduardo Gomes lembra que reforma no primeiro ano atingiu imagem do presidente

"É preciso levar em conta que FHC, Lula e Dilma, nenhum deles, concluiu a reforma da Previdência no seu primeiro ano de governo"

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A votação da reforma da Previdência no primeiro ano de governo é a principal responsável pela baixa popularidade do presidente Jair Bolsonaro.

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É o que afirma o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB).

Segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste domingo, com 30% de aprovação, Bolsonaro chega ao fim do primeiro ano de governo com avaliação pior, no mesmo período, que os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (41%), Luiz Inácio Lula da Silva (42%) e Dilma Rousseff (59%).

Somente Michel Temer e Itamar Franco chegaram ao final do primeiro ano com maior desaprovação do que Bolsonaro.

“É preciso levar em conta que FHC, Lula e Dilma, nenhum deles, concluiu a reforma da Previdência no seu primeiro ano de governo, disse Eduardo Gomes em entrevista ao site UOL, divulgada no final da tarde deste domingo, 08.

O senador tocantinense que é líder do governo Bolsonaro no Congresso, acrescenta que a reforma foi aprovada mesmo com Bolsonaro tendo decidido não montar um governo de coalizão:

“Todos os outros, sem exceção, decidiram pela modalidade de governo de coalizão, com alinhamento muito maior dos partidos da base. Tudo indica que há ainda muito a fazer mas a parte mais difícil já foi.” Eduardo Gomes acredita que, daqui para a frente, a popularidade do presidente tende a crescer. O senador diz que a própria pesquisa Datafolha aponta essa possibilidade.

“Prova disso é a melhor avaliação dessa equipe econômica do Bolsonaro. Com a economia se acertando a tendência é a aprovação se estender a todo o governo”, afirma.

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