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Mauro Carlesse tomou posse exatamente no dia 27 de março do ano passado após Marcelo Miranda e sua então vice Claudia Lelis serem cassados pelo Supremo Tribunal Federal. Neste dia, por volta das 22h, Carlesse se tornava o governador interino do Tocantins.

Ganhou uma eleição suplementar e uma regular com uma estratégia que já não é mais segredo para ninguém.

Passados exatamente 365 dias dias do grupo de Mauro Carlesse no comando do Palácio Araguaia, eles já demonstraram ao que vieram?

Nem será preciso citar o que a saúde enfrenta no Estado ou em como a autoridade da Polícia Civil foi diminuída. Não será preciso.

O SIOR (Sistema Orçamentário) do Governo Estadual mostra que a Secretaria Executiva da Governadoria comandada por Mauro Carlesse (PHS) tem despesas programadas em R$ 37.912.652,00 para 2019. Desse valor, 80,1% vão ser gasto com despesas de pessoal. O órgão abriga ao menos 102 assessores do governador. O custo com recursos humanos será de R$ 30,3 milhões. Observou a coluna política de Lailton Costa no Jornal do Tocantins.

Residência, Praça e Cantão e suporte

Na Governadoria também constam a previsão de gastos para a manutenção da Residência Oficial do Governador, local que tem abrigado a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura, da Praça dos Girassois e da Unidade de Recepção do Cantão. Na Praça, a despesa fixada é de R$ 223 mil. Na residência, R$ 198 mil e no Cantão, mais R$ 184.9 mil. O serviço de ajudante de ordem do governador custará R$ 100 mil em 2019 e o suporte a autoridades, investidores e convidados de Carlesse outros R$ 180 mil.