Setas participa de encontro com coordenadores estaduais do CadÚnico e Bolsa Família em Brasília

Publicidade

Publicidade

A coordenadora estadual do Cadastro Único e Programa Bolsa Família, Maria Nagila Praigida, e a suplente de coordenação, Eliene Martins Lopes, da Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), participam na quinta e sexta-feira, 16 e 17, da 1ª Reunião Técnica com os coordenadores estaduais do Programa Bolsa Família e Cadastro Único.

O evento que acontece em Brasília, na sede do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e conta com a presença de dois representantes de cada um dos 25 estados brasileiros participantes.

A coordenadora estadual do Cadastro Único e Programa Bolsa Família, Maria Nagila Praigida, disse que o encontro é sobre a reestruturação do novo Programa Bolsa Família e a gestão de benefícios. “Tratamos aqui de temas como Cadastro Único para Programas Sociais e a Ação de Qualificação para 2023. É um passo a passo da transição que está em processo”, destaca ela.

Nagila Praigida ressalta que as informações vindas do MDS, serão repassadas para as equipes técnicas da Setas, que por sua vez repassarão para os municipios, que é quem trabalha diretamente com as famílias inscritas no Cadastro Único e que são beneficiárias do Programa Bolsa Família.

-- Publicidade --

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NO NOVO BOLSA FAMÍLIA

O novo modelo considera o tamanho e as características de cada família, dessa forma, as famílias mais numerosas receberão um valor maior.

O novo Programa Bolsa Família garante o valor mínimo de R$ 600 por família, o acréscimo de R$ 150 por criança de até seis anos e o adicional de R$ 50 por criança ou adolescente (de 7 a 18 anos) e por gestante, além de uma renda mínima per capita. As famílias com mulher no período gestacional também receberão acréscimo de R$ 50 por gestante.

Novo valor de renda para entrada no PBF

O valor de renda para entrada no Programa Bolsa Família foi ampliado. Antes era considerado o limite de R$ 210 como renda per capita máxima para que uma pessoa pudesse entrar no programa. Agora o valor da linha de pobreza aumentou para R$ 218.